Poesia cantada: playlist de Nicolas Behr na Verdurão!

Falou em literatura brasiliense, lembrou de Nicolas Behr! Com um dos maiores nomes da Poesia Marginal do DF, o poeta também é referência na produção de livros mimeografados. Agora, ele montou uma playlist especial pra Verdurão, com músicas para inspirar o melhor da poesia em cada um de nós, ao som de Chico Buarque,  Legião  Urbana e muito mais.  💚

 

Como tudo começou 

 O trabalho do Nicolas começou em 1977, com o lançamento do livro Iogurte com farinha. Foram 8 mil cópias vendidas de bar em bar, no Plano Piloto. Outros sucessos vieram logo depois: Grande circular, Caroço de goiaba e Chá com porrada.  

 

“Esses livros representam a fase mais criativa da minha vida. Eu criava de manhã, imprimia a tarde e vendia à noite. Não tinham lançamento, era uma coisa muito urgente. Eram livros quentes, densos, tensos”, explica Nicolas ao portal Metro. 

 

Ditadura Militar

De acordo com o poeta, boa parte do conteúdo dos seus poemas naquela época eram um “arroubo de juventude”, desabafos de um jovem impactado pela política na capital. Esse estilo desprendido e crítico das poesias atraiu o público, mas rendeu uma prisão ao poeta durante a Ditadura Militar, em 1978. A absolvição só veio no ano seguinte. 

 

Movimento Ambientalista 

A trajetória de Behr não é só na literatura, véi. Em 1982, ele ajudou a fundar a primeira ONG ambientalista da capital federal, a MOVE (Movimento Ecológico de Brasília). Como biólogo, também trabalhou na FUNATURA – Fundação Pró-Natureza. Essa trajetória pelo movimento ambientalista rendeu o livro Palmeiras no Brasil. 

 

Referência na literatura brasiliense 

As obras de Behr continuam sendo uma referência para a nossa literatura local. Em 1993, o poeta lançou seu livro de poesias Porque Construí Braxília e, em 2015, foi homenageado com o Prêmio Nicolas Behr de Literatura, criado pelo Instituto de Letras da Universidade de Brasília. 

 

Por isso, é uma honra receber Nicolas Behr aqui, na Verdurão, com uma playlist novinha em folha pra gente! 

 

Perde tempo, não, véi. Vamos de Nicolas Behr, literatura e muita música brasileira! 

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