Saúde mental: atendimento especializado

abraço

Neste mês, estamos conversando sobre saúde mental e prevenção de suicídio. Esse assunto, porém, merece atenção o ano inteiro.

Se você ama alguém que tem depressão ou que pensa em tirar a própria vida, converse com ela, deixe-a desabafar e a ouça com atenção e empatia. Mas lembre que existem profissionais preparados para a ajudar mais profundamente e, quem sabe, salvá-la disso tudo. Por isso, tente ajudá-la a procurar cuidados médicos e especializados em tratamentos.

Ter amigos de verdade é realmente muito bom. É de boa (e também importante) ouvir os desabafos e querer aconselhar quem você ama. O problema é que, muitas vezes, você pode atrapalhar tentando ajudar. Um especialista entende melhor o que deve ou não deve fazer, além de poder medicar, tratar e acompanhar a evolução de tratamentos.

O psicólogo ou psiquiatra também pode conversar com a família e até amigos para conscientizá-los do melhor a fazer para ajudar quem tem depressão ou outros problemas de saúde mental.

Nem todo tratamento é eficaz, infelizmente. E é claro que as amizades e familiares também são indispensáveis. Mesmo assim, ninguém pode tentar substituir um profissional. E lembre-se: o médico psiquiatra ou psicólogo deve ter o compromisso profissional de atender os pacientes com a frequência julgada necessária.

Se você é a pessoa que está passando por isso, tente lembrar da importância de um cuidado médico sem deixar de conversar com seus amigos e família, é claro. Se preferir, chame alguém pra te acompanhar nas consultas ou busque indicações de profissionais.

Confira algumas das opções de atendimento gratuitos ou de baixo custo no DF.

Como não atrapalhar

Também é importante saber o que não fazer quando alguém que você gosta está nesse momento difícil. Ou que pedir pros seus amigos não fazerem se você estiver nessa situação, né? Se for o caso (e você se sentir a vontade), pode até mandar esse post pra eles. 🙂

Primeiro, não é legal fingir que a pessoa não está passando por algo difícil. Não evite o assunto, mas também saiba quando falar sobre. Por outro lado, não puxe o assunto em frente de quem a pessoa não tem intimidade ou não sabe ainda sobre a situação, a não ser que ela fale sobre isso antes. Quando ela falar a respeito, não tente contornar o assunto ou mudar de papo. Sempre a lembre de que ela é importante pra você e pra tantos outros.

Não compare a vida ou a pessoa com outras. Não a culpe ou diga que está sendo negativa.

Em vez de tentar especular, pergunte-a do que ela precisa. Além disso, faça o que puder pra ajudar. Leve-a em consultas se ela precisar de caronas ou caso ficar desanimada pro tratamento.

Se quiser saber melhor como ajudar ou como anda a evolução do tratamento, pergunte se pode conversar com o psicólogo ou psiquiatra do seu amigo ou familiar. Ajude-a a encontrar profissionais de confiança. Saúde mental importa (muito). E você também! #SetembroAmarelo

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